Bom dia.

Estava eu ontem em uma balada bem coxinha dessa capital paulistana. Tava sozinha no bar, bebendo a minha deliciosa moço-me-vê-sua-bebida-menos-cara quando um cara de camisa polo com um número ou um animal estampado para ao meu lado e começa a ler o cardápio.

Eu: vixe, nem adianta, já olhei. Nada custa menos de 20 reais e essa consumação de 30 reais é uma piada! hahaha

Ele, com um sorriso: ah, é? Nossa, realmente… Tá caro, né? E eu quero um uísque.

Eu: somos dois, então! Mas se você quer um uísque acho que o jeito vai ser passar no super e comprar porque aqui, meu amigo, tá uma exploração do proletariado. hahaha

Aí ele vira pro amigo dele, do outro lado do bar, e, com uma piscadela pra mim, manda um:

“Thiagão, vamo fechar a garrafa aqui, então?”. Pega o copo do uísque e ainda pede um energético pro barman.

Não deixo por menos, ah, não senhor! Estufo esse meu peito de sou-pobre-mas-tenho-dignidade, viro pro barman e falo:

“Opa, fecha uma garrafa de Itaipava aqui pra mim, por favor”.

Fechei várias garrafas ontem, galera.

Posted by:Amanda Previdelli

Jornalista, paulistana e geminiana. Já estudou desde Política Internacional a Yoga e Astrologia. Compra brigas nas redes sociais e mesas de bar, mas gosta também de viajar e conversar.

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